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Notícia: Arma do Brasil contra espionagem digital seria tecnologia nacional

Dependência de servidores externos e falta de tecnologia própria deixam o país vulnerável. Implantação do Centro de Defesa Cibernética brasileiro só ficará pronta em 2016 Especialistas ouvidos pela Deutsche Welle Brasil são unânimes ao afirmar que só é possível garantir autonomia cibernética a partir do momento em que o país dominar a tecnologia de produção destas inovações e investir em políticas que contemplem toda a sociedade. "Nós não temos no Hemisfério Sul nenhuma plataforma tecnológica como Android, IOS, por exemplo. Se não gerarmos plataformas globais, sempre seremos dependentes", destaca José Carlos Cavalcanti, professor da Universidade Federal de Pernambuco e consultor em inovação e tecnologia, que desenvolve serviços para órgãos federais, como Exército. As recentes denúncias de espionagem das comunicações da Presidência da República e Petrobrás pelos Estados Unidos ressaltou a vulnerabilidade da defesa cibernética brasileira. O país reagiu falando em aum

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